segunda-feira, 13 de junho de 2011

MENSAGEM...

 

Mensagem de boas-vindas aos alunos




Para o primeiro dia de aula, você pode receber os alunos com cartazes de boas-vindas com mensagens ou confeccionar cartões para distribuir as crianças.


Veja algumas mensagens de boas-vindas:

As aulas voltaram e a alegria da nossa escola é ter você aqui conosco. 

Seja bem-vindo à nossa escola!Um grande desafio espera por você. Que bom que você veio!

É bom ter você aqui. Sua presença nos deixa muito feliz!

Bom retorno a todos!

Aqui todos esperam por você. Como é bom ter você aqui novamente!

Um cartão fácil de confeccionar pode ser feito de papel sulfite colorido em formato de balão, na frente você escreve o nome do aluno e na parte de trás você escreve a mensagem. Depois é só colar um barbante ou fita colorida. 
Veja o molde:

CRACHAS...

Aprenda a fazer crachás para os primeiros dias de aula!


O crachá não é só importante no início da alfabetização, mas serve para identificação e socialização dos alunos nos primeiros dias de aula. Para confeccioná-los, siga as instruções:



Crachá pendurado no pescoço:

1. Corte um retângulo de cartolina;
2. Faça dois furos com o furador como mostra a figura abaixo.
3. Escreva o primeiro nome do aluno em letra bastão.
4. No segundo ano, já pode colocar o nome completo do aluno, caso esteja alfabético.
5. Corte um pedaço de barbante e amarre-o nos furinhos da cartolina, dando nós.
Exemplo:













Crachá de mesa:

1. Com uma folha de sulfite, dobre-a em três partes, de acordo com o desenho abaixo;
2. Escreva o nome da criança em letra bastão na parte do meio da folha;
3. Peça ao aluno para ilustrar o seu crachá, ao lado do seu nome, como quiser;
4. No segundo ano, peça aos alunos escreverem o nome deles e fazerem a ilustração.
5. Dobre-o para ele ficar "de pé" na mesa.

Exemplo:























TRABALHO COM NOMES

Trabalho com nomes


Sugiro essas atividades com os nomes para a pré-escola e as séries iniciais, nos primeiros meses de aula.
O nome próprio é um modelo estável de escrita. O trabalho com nomes informa as crianças sobre as letras, a quantidade, a posição e a ordem delas; permite o contato com diferentes sílabas e diferentes tamanhos de palavras, além de favorecer a aquisição da base alfabética.



1. Escreva seu nome: Distribuir cartões ou providenciar crachás, pedindo que cada um escreva seu nome, como souber.

2. Memória de nomes: Cada aluno fala o seu nome e a professora escreve na lousa com letra bastão. Depois cada um vai à lousa e faz um traço com giz de cor em torno de seu nome.

3. Encontre seu nome: Distribua os cartões com os nomes ao acaso para os alunos. A um sinal cada um deverá encontrar o colega que está com seu nome.

4. Descubra o nome que falta: Escreva o nome de quatro alunos na lousa. Leia com eles apontando um a um. Peça que fechem os olhos e apague um dos nomes. Deverão dizer qual nome foi apagado.

5. Letras móveis: Distribua letras móveis e peça que montem e leiam seu nome e o de alguns colegas.

6. Cartaz com nomes dos alunos: Escreva o primeiro nome de cada aluno no cartaz aleatoriamente, registrando-os sem agrupá-los por ordem alfabética e nem por nomes de meninos e meninas. Cuidado com nomes compostos, como Ana Lúcia, deve-se colocar as duas palavras. O trabalho com o cartaz com nomes requer muitos dias, às vezes meses, pois é muito riquíssimo para desenvolver a leitura e a escrita das crianças.

7. A história de meu nome: Os alunos levarão para casa uma pesquisa, numa folha, para os pais contarem e escreverem o por quê da escolha do nome do filho. Na classe os alunos vão relatar para as outras crianças a história de seu nome.

8. Jogos: Como bingo, dominó, caça-nomes, cruzadinha, quebra-cabeça, forca e lacunado com os nomes dos alunos

segunda-feira, 6 de junho de 2011

TRABALHANDO COM MÚSICAS DE FESTA JUNINA

Trabalhando com músicas de Festa Junina


O folclore brasileiro está estampado de muitas cantigas juninas. O jeito de nossa gente, as tradições de nosso povo, a mistura de crenças e hábitos.

As canções mais tradicionais poderão ser exploradas em atividades de alfabetização.

Sugestões:
* Canções com lacunas para a criança completar.
* Colocar os versos na ordem da canção.
* Acompanhar com o dedo a canção, mesmo sem saber ler.
* Recriar os textos, criando novas versões das tradicionais cantigas.
* Cantigas famosas poderão ser transformadas em livros com ilustrações.
* O vocabulário típico poderá ser explorado, ampliando o repertório do aluno.
* Um interessante trabalho com rimas poderá ser desenvolvido.


Exemplo de atividade:

Os versos da música estão fora de ordem. Descubra a ordem certa e arrume-os abaixo:

não cai não
aqui na minha mão
cai, cai BALÃO
cai, cai BALÃO
cai na rua do sabão.
não cai não
NÃO CAI NÃO

sábado, 4 de junho de 2011

MÉTODOS E CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO

Métodos e concepções de alfabetização



Você conhece os métodos que os professores utilizavam antigamente (até os anos 80) e ainda fazem uso deles?
E as concepções de alfabetização como o construtivismo e o letramento (a partir dos anos 80)?
Entende o que é alfabetizar letrando, a concepção mais atual?
No documento abaixo (uma indicação para leitura) você vai encontrar os pressupostos dos métodos sintéticos (alfabético, fônico, silábico), os analíticos (palavração, sentenciação, ideográfico, historieta) e os mistos.
O documento também descreve sobre o construtivismo e o letramento.
Por último, aborda o paradigma do alfabetizar letrando, pela educadora Magda Soares.
Se você se interessou, acesse o link abaixo e como o próprio documento descreve:

"Revisitar tais concepções, possibilita ao professor/a alfabetizador/a rever a sua prática pedagógica,na perspectiva da ação-reflexão-ação, detectando limites e possibilidades, auxiliando na resignificação do seu olhar para o processo de construção da língua escrita e da sua postura metodológica."


HIPÓTESES DA ESCRITA...

Hipóteses da escrita das crianças


1) Fase pré – silábica

- Sabe que a escrita é uma forma de representação
- Pode usar letras ou pseudoletras, garatujas, números
- Não compreende que a escrita é a representação da fala 

- Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler)
- Vai direto para o significado, sem passar para sonora

- Variação de letras – ALSI (elefante) 

- Ela relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto (Realismo Nominal)



2) Fase silábica

A) Sem valor sonoro: 

- Ainda não faz relação com o som com a grafia.

- Usa uma letra para representar cada sílaba, sem se preocupar com o valor sonoro.

Ex:. BOLA __PT 

CAVALO___BUP


B) Com valor sonoro:

- A escrita representa a fala

- Percebe a relação de som com a grafia.

- Escreve uma letra para cada sílaba.


Exs.: BOLA____OA ( valor sonoro só nas vogais ) 

BOLA____BL ( só usa consoantes )


3) Fase silábica-alfabética


- Apresenta a escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas

- Alterna escrita silábica com alfabética.

Exs.: CAVALO_____CVLU 

TOMATE_____TOMT


4) Fase alfabética

- Faz a correspondência entre fonemas (som) e grafemas (letras)

- Escreve como fala


Exs.: CAVALO _______KAVALU


TOMATE_______ TUMATI



ALFABETIZAÇÃO SÓCIOINTERACIONISTA

Alfabetização sóciointeracionista



Segundo Vygotsky há uma abordagem genética da escrita que preocupa-se com o processo de aquisição. Para compreender o desenvolvimento da escrita é necessário estudar o que ele chama de “a pré-história da linguagem escrita” – o que se passa com a criança antes de ser submetida a processos deliberados de alfabetização.
        
As crianças inicialmente imitam o formato da escrita de um adulto, produzindo apenas rabiscos mecânicos, sem nenhuma função instrumental; num nível mais avançado, elas continuam a fazer sinais sem relação com o conteúdo das sentenças faladas, passando por diferentes subníveis, até que consigam diferenciar os signos da escrita pelo conteúdo do que é dito. Neste ponto, a criança já descobriu a necessidade de trabalhar com marcas diferentes em sua escrita, que possam ser relacionadas com o conteúdo. Passa, então, para a utilização dos desenhos como forma de expressão individual. A partir desse momento, a criança passa à escrita simbólica. O próximo passo envolve o aprendizado da língua escrita propriamente dita – não um processo individual, mas que interage com a observação da vida cotidiana (OLIVEIRA, 1993). 

O mais importante é lembrar que se deve ensinar a linguagem escrita e não, simplesmente, a escrita das letras.